Seja pelo extremo sucesso do filme Avatar, seja pela iminência do Oscar, o fato é que a velocidade de abertura das salas 3D neste último mês superou todas as expectativas. Há exatamente 1 mês eu havia contabilizado 91 salas em todo o Brasil, após um crescimento de 39 salas em cerca de 8 meses. Pois agora acabo de atualizar a lista de salas 3D e contabilizei 115 salas, ou seja, 24 novas salas 3D em apenas 1 mês!
Alguns dados interessantes:

  • São 115 salas 3D (crescimento de 120% em 9 meses), distribuídas em 19 estados e 47 cidades.
  • As novas adições: Fortaleza-CE, Guará-DF, Maceió-AL (inaugura em 26/02), Ponta Grossa-PR, Porto Velho-RO, Praia Grande-SP, São Leopoldo-RS e Uberlândia-MG
  • Também surpreende a quantidade de novas distribuidoras entrando com salas 3D. De Janeiro pra cá entraram: Centerplex (Maceió e Fortaleza), Cine TAM (SP), Cinemais (Cuiabá, S.J.Rio Preto, Uberlândia e Manaus), Cinesystem (Praia Grande, São Leopoldo, S.J.Campos, Florianópolis, Curitiba, Maringá e Porto Alegre), Dom Bosco (Curitiba), Embracine (Belo Horizonte e DF) e GNC (Porto Alegre)
  • Surpreendente o crescimento em algumas cidades. Manaus passou de 1 para 3 salas, Curitiba de 3 para 6 salas (incluindo uma IMAX), Porto Alegre passou de 3 para 5 salas
  • A grande surpresa: a inauguração de mais uma sala IMAX, em Curitiba. Curitibanos, aproveitem e vejam Avatar no IMAX, é imperdível!
  • Existem algumas pechinchas nas pequenas redes, como ingressos promocionais a R$ 8,00

Além das curiosidades sobre as salas 3D, é interessante notar que dois dos dez filmes concorrendo ao Oscar tiveram projeção em 3D (UP! e Avatar).
Agradeço aos colegas que continuam enviando correções para a lista e me avisando sobre abertura de novas salas.

Já recebi um monte de emails e alguns twits pedindo pra publicar a palestra de Realidade Aumentada que dei ontem na Campus Party Brasil 2010. Quando a produção do evento publicar os vídeos completos volto a atualizar este post. Espero que gostem. Enviem seus comentários!

Está acabando a Campus Party 2010… Este ano foi bem proveitoso, mas estou morto de cansaço! Peço desculpas por não manter o blog atualizado neste período. O que a gente fez de legal este ano:

  • Lançamento da Plataforma de Desenvolvedores Vivo
  • Projetos Twitencontro e Quiz com a Fundação Telefônica – como levar a banda larga para a sala de aula
  • Primeira versão do tguia, um browser para cegos, portátil e em software livre
  • Palestra de Realidade Aumentada, com uma audiência muito boa! No próximo post eu envio a apresentação no Slideshare e os vídeos das demos que fiz
  • Corpo-a-corpo com os campuseiros

Dormi umas poucas horas desde o final de semana passada, mal comi ou comi junk food, me entupi de RedBull, mas valeu cada minuto. Já estou contando os minutos pra Campus Party 2011!


Atualizado
Também me diverti um pouco. Aqui vai um registro dos meus parcos 5 minutos de voo antes de ser cruelmente abatido no simulador de B52… Valeu ao Anderson Staffelshaus, colega da área de simulação, pela paciência com este newbie!
Sena tentando pilotar um B52 na Campus Party Brasil 2010

image

Começando mais uma Campus Party Brasil! A inauguração oficial é hoje, meia-noite, mas já está lotado de gente aqui.
Se você estiver por aqui, não perca as nossas palestras:

  • Palestra: Desenvolvimento para o Orby (o Orby é um smartphone doméstico, ou um UMID PC, imagine um tablet pra ter em casa)
    Quando: ter, 26 de janeiro, 11:00 – 12:00
    Onde: Desenvolvimento – Zona de Inovação
    Palestrante: Fernando Suzuki
  • Oficina: Plataforma de Desenvolvedores Vivo – Workshop de Programação
    Quando: qua, 27 de janeiro, 10:00 – 11:00 e qui, 28 de janeiro, 11:00 – 12:00
    Onde: Desenvolvimento – Zona de Inovação
    Palestrante: José Lecy Costa e Carlos Sena
  • Palestra: Realidade Aumentada – o que vem de novo por aí
    Quando: sex, 29 de janeiro, 14:00 – 15:00
    Palestrante: Carlos Sena
    Onde: Desenvolvimento – Zona de Inovação
  • Debate: Direitos Humanos e Acessibilidade
    Quando: sex, 29 de janeiro, 15:00 – 16:00
    Participa: David Ruiz
    Onde: Campus Forum

Depois das palestras envio os vídeos por aqui. Acompanhe!

Finalmente o bug do wpToGo foi corrigido. Esse aplicativo para Android permite que você envie posts e aprove comentários no seu blog Wordpress pelo celular. Estou enviando este post pelo celular pra testar. Cool!

Pessoal,
Estou migrando meu blog de um Wordpress 2.0 para a última versão 2.9.1. Vou fazer de tudo para manter as URLs atuais funcionando. Peço desculpas pelas eventuais indisponibilidades.
Em um primeiro momento vai ser uma migração “as-is”, mas em breve espero fazer uma reformulação e também reforçar algumas áreas (por exemplo, Android).

Depois de receber alguns comentários como o do Fernando de Itu (obrigado!), e aproveitando o grande lançamento do Avatar, resolvi atualizar a lista de salas de cinema 3D.

Quanta atualização desde Abril!

  • Contabilizei nada menos do que 91 salas de cinema 3D no Brasil, um aumento de 76% desde a lista original!
  • São 39 as cidades que dispõem de salas 3D, contra 25 em Abril, distribuídas em 16 estados, contra 13. Cada vez mais brasileiros tem acesso a esta tecnologia
  • A cidade de São Paulo agora conta com 28 salas de projeção (contra 17 em Abril), sem contar com as 8 da região metropolitana e ABC (contra 5 em Abril). Ou seja, 36% das salas continuam concentradas na Grande São Paulo, e 53% no Estado de São Paulo
  • O ingresso mais caro continua sendo o do Espaço Unibanco Pompéia IMAX, mas continua sendo a maior barbada para clientes do Unibanco e Itaú, que com um desconto de 50% podem assistir 3D no IMAX por apenas R$ 15! Mas cuidado, você precisa chegar com horas de antecedência para comprar o ingresso, ou reservar pela internet com o custo adicional de R$ 2,80 por ingresso
  • Os ingressos mais baratos continuam saindo por R$ 8,00 nas redes Multiplex e Araújo, nos dias promocionais, e em algumas cidades: Bauru, Mauá, Campo Limpo, Rio Preto, Itu, Piracicaba e Taboão da Serra (SP), Duque de Caxias (RJ), Londrina, Maringá e Ponta Grossa (PR), Cuiabá (MT). O preço mais barato em dia normal são no Marabá (cinema de rua em São Paulo) e em Araçatuba, por R$ 14,00

Confira a lista completa e não deixe de me enviar correções e adições. Como eu já havia previsto, em breve vai ficar impossível (e desnecessário) manter tal lista atualizada.
Aproveite para conferir os próximos lançamentos em 3D.

A maior foto de todos os tempos (até agora) está disponível no site 360 Cities. Se fosse impressa a 300dpi a foto teria 16 metros de largura. É uma foto panorâmica da cidade de Praga feita a partir de uma torre de TV (Saiba como a foto foi feita).
360Cities - Praga
Note que eu fiz um zoom de uma área da foto até conseguir ler uma placa de rua. Você consegue ver o rosto das pessoas, ver placas de carros, e até mesmo ver dentro de algumas casas.
Além da foto de Praga você pode encontrar milhares de outras fotos no site. Por exemplo, veja as fotos panorâmicas do Parque do Ibirapuera.

Terminada minha primeira semana de Motorola Milestone/Android 2.0, e pra resumir, continuo apaixonado.
O que eu mais gostei até agora:

  • A multitarefa. É tão funcional que você acaba ficando compulsivo, pois você está fazendo uma coisa e chega uma notificação do Twitter, das contas de email, do SMS, etc., e você pode ver tudo com um deslizar de dedo, sem ter que fechar nenhum aplicativo. E o melhor de tudo: não consigo perceber perda de performance por ter vários aplicativos abertos. Nota 10.
  • A integração com o Exchange. Consegui configurar duas contas corporativas com Exchange e mais duas particulares, tudo isso sincronizando as agendas e contatos. Aleluia!
  • A tela – enorme, brilhante, sensibilidade excelente. Só é bem ruinzinha pra usar no sol. E também é a culpada pelo aparelho ser um glutão de bateria
  • Os teclados, tanto o virtual como o físico. O teclado físico, que foi um dos motivos pra escolha do aparelho, eu uso bem menos do que eu imaginava, pois a ótima qualidade do teclado virtual é suficiente pra maioria das tarefas do dia. Só uso o físico pra mandar um email mais longo.
  • A velocidade da conexão, tanto 3G como WiFi. Usando o aplicativo Xtremelabs Speed Test cheguei a 1149 Kbps de download e 203 Kbps de upload. Bem decente, e faz o meu finado BlackBerry comer poeira
  • O Android Market. Aliado à velocidade da conexão você pode instalar um novo aplicativo em segundos. Aliado à multitarefa você pode deixar baixando um aplicativo, voltar pro Market pra escolher outro, e assim por diante
  • A qualidade de voz, cristalina, num bom volume. No entanto quando o volume está alto demais surgem alguns ruídos metálicos. Mesmo assim é um dos telefones digitais com melhor qualidade de voz que já peguei
  • A base multimídia. É o carregador de bateria mais bacana que eu já vi
  • Poder colocar um monte de widgets na tela. No meu desktop esquerdo deixo o widget do Youtube e do Facebook, mais os ícones de redes sociais. No desktop central deixo o widget da Agenda Corporativa e os ícones de mensageria, inclusive do Twitdroid. No desktop esquerdo deixo o widget de controle de Energia e o de Tempo, além dos ícones do Google (Maps, Gmail, Gtalk)
  • O Moto Phone Portal. Uma super-sacada da Motorola: ele abre um servidor web no telefone (é isso mesmo). Depois você vai num micro da sua rede WiFi e acessar tudo do telefone pelo micro. Você pode baixar as fotos e vídeos, ver os contatos e chamadas, ver os SMS, pode até mesmo configurar os toques do telefone. Pra quê software instalado no PC, não é mesmo?
  • O widget de controle de energia. Todo mundo sabe que o Bluetooth come bateria, mas é muito chato ter que entrar em menus de configurações pra desativá-lo, não? Com esse widget na tela basta um toque e ele liga ou desliga. Ele controla: WiFi, Bluetooth, GPS, sincronização de contas (Gmail, Outlook, Facebook) e o contraste da tela

O que eu menos gostei até agora:

  • Contraste da tela no sol
  • Teclado virtual na posição vertical é muito pequeno
  • A usabilidade como telefone. Senti falta de um botão físico pra desligar uma chamada em curso, ou pra ligar o alto-falante. Pra tudo você precisa acessar a tela de toque, o que nem sempre é prático
  • Jogos. Fala sério, com um hardware potente desses, uma tela enorme, e não tem um jogo que preste no Market…

O que eu odiei:

  • A bateria! Pra usar intensivamente o telefone em todo seu potencial você precisa plugá-lo no USB do computador no meio do dia pra dar uma reabastecida, senão não chega ao final do dia. Toda noite tem que colocar no cradle pra carregar (o que eu não ligo, pois é o rádio-relógio mais bacana que eu já tive…)

Os meus telefones anteriores foram um N95 (ainda uso), um MotoQ (argh!) e um BlackBerry Curve (arghhhh!). O BlackBerry foi desenhado pra ser usado por alguém que não está em nenhuma rede social e só usa a Internet pra trabalhar. Alguém que tenha uma vida social na Internet e goste de música, vídeos, jogos, não consegue viver com esse aparelho. Mesmo na praia dele, que deveria ser o email, ele deixa a desejar. Por exemplo, nunca consegui trabalhar com duas contas do Exchange decentemente.
Não fui pro iPhone pois não gosto nada da política fechada da Apple, apesar de reconhecer que é um excelente aparelho. Simplesmente penso que o iPhone e o Android apontam em públicos diferentes. O usuário do iPhone quer um aparelho moderno, quer desfrutar ao máximo da multimídia e internet, adora tecnologia, mas não propriamente é um criador de tecnologia. O usuário do Android quer liberdade pra fuçar e mexer no aparelho todo, quer desenvolver seus próprios aplicativos, e é ultra-conectado. A usabilidade e qualidade das aplicações ainda são superiores no iPhone.
Falando em aplicativos, o Android Market tem entre 16.000 (o número oficial) e 20.000 (a quantidade disponível hoje) aplicativos. É muito menos do que os mais de 100.000 do iPhone, mas é impressionante pela velocidade do crescimento. Os meus 10 aplicativos preferidos até o momento são:
1) Documents To Go – é fundamental em qualquer smartphone. A versão gratuita só permite leitura;
2) Evernote – pra fazer anotações rápidas;
3) Twitdroid – um excelente client do Twitter;
4) Google Sky Map – muito divertido, é uma luneta virtual. Basta apontar pro céu e você “vê” as constelações, planetas, etc. na exata posição em que você está;
5) Layar – o famoso browser de realidade aumentada do iPhone já tem uma ótima versão pro Android;
6) Shazam – aproxime o telefone de um rádio e ele reconhece a música que está tocando, com links pra comprar o disco, informações do disco, etc.
7) Skype Beta – apesar de alguns quirks, é outro item fundamental;
8) Backgrounds – acho que o mesmo do iPhone, vários backgrounds de alta qualidade;
9) Astro – um file browser que permite você acessar tudo (tudinho) na memória do aparelho. Isso não deve ter no iPhone…
10) Facebook – ainda pode melhorar, mas é um aplicativo fundamental e já quebra um bom galho.

Já fazia algum tempo que eu estava doido pra comprar um celular com Android. Nesta sexta-feira fui a uma loja da Vivo decidido a comprar um Samsung Galaxy, que eu já havia testado na loja-conceito Samsung Experience e gostado muito. No entanto foi difícil não perceber logo na entrada da loja o Motorola Milestone, que eu nem sabia que estava sendo lançado… Eu achava que a Motorola só ia lançar o Dext (exclusivo da Claro, com Android 1.6) e estava certo de que a minha única opção seria o Galaxy (ou um “importabando” do Boulevard da Paulista). O lançamento oficial do Milestone foi na quinta-feira, portanto era novidade quente. Quando o vendedor me informou que ele era a versão GSM do tão falado Motorola Droid (Veja o site especial do Droid na Verizon) e o primeiro com Android 2.0 não precisou de mais nada pra me convencer.

Como eu já disse, o Milestone é a versão GSM do incensado Droid, eleito pela TIME como gadget do ano.
Não é pra menos. Começando pela construção robusta como há muito não se via na Motorola (para quem teve um MotoQ como eu, a diferença de qualidade é perceptível no toque), pela enorme e brilhante tela sensível ao toque, um sistema operacional redondo e terminando com um teclado QWERTY físico, ele passa a sensação de qualidade desde o primeiro momento.

Motorola Milestone

A base multimídia é um charme todo à parte. Para carregar o Milestone basta um conector micro-USB, portanto o carregador é extremamente simples, sendo um pequeno adaptador de tomada com um conector fêmea USB. Você também pode carregar o Milestone com um cabo micro-USB/USB em um PC. Portanto a base multimídia não é um carregador, apesar de servir para carregar o aparelho. Basta você depositar o aparelho sobre a base, sem nenhuma pressão (o encaixe do micro-USB é perfeito), a tela se torna em um pequeno e charmoso porta-retratos e tocador de mídia digital, assumindo um formato de relógio com previsão do tempo, alarme e player multimídia. Realmente, carregar a bateria é um mero detalhe nesta base.

Como uso muito email, sempre achei que um teclado físico era fundamental e esse recurso me atraiu muito. No entanto a qualidade do teclado virtual me surpreendeu positivamente, e estou usando o teclado físico apenas para emails mais longos. Para SMS e qualquer outro uso o teclado virtual é excelente.

O Android 2.0 está muito redondo. A usabilidade é muito boa e vem com uma bom conjunto de aplicativos instalados. No entanto eu já esperava dificuldades para a integração com as ferramentas de trabalho, especialmente com o Outlook, já que eu uso duas contas de Exchange. Surpresa: configurei as duas contas do Exchange e a conta do Gmail em poucos minutos, incluindo os contatos e a agenda. 10 a 0 no meu BlackBerry que acabo de aposentar (com prazer).

Motorola Milestone

O complemento perfeito do Android é um processador extremamente rápido. Gravar vídeos em qualidade de DVD, assistir vídeos do YouTube HD ou rodar um jogo com som estéreo são possíveis graças ao processador. Sem falar da multitarefa, o maior diferencial em relação ao iPhone. Tem gente que questiona se você realmente precisa de multitarefa em um celular. Não sei quanto à maioria dos usuários, mas eu preciso. É muito prático atender um telefonema em viva-voz, abrir um navegador para encontrar alguma informação, abrir os contatos, ver um mapa no Google Maps, tudo ao mesmo tempo e sem desligar o telefonema.

No entanto todos estes recursos tem um preço. Para alimentar uma tela tão grande e um processador tão rápido, este telefone devora a bateria. Em dois dias de uso não consegui fazer a bateria durar o dia todo. Claro que nestes últimos dois dias estive usando os recursos ao máximo, usei jogos, usei muita internet (muito rápido, tanto no 3G como no WiFi), fiz vários downloads no Android Market, mas eu esperava que a bateria durasse pelo menos um dia completo. Este é um defeito de longa data da Motorola, pois o MotoQ também tinha uma bateria fraquinha. Outro ponto fraquinho é o fone de ouvido, que parece ser feito… bem, pela Motorola. Basta colocar um fone do iPhone pra sentir a diferença.

Pra quem andava decepcionado com a Motorola nos últimos tempos como eu, este parece ser o segundo grande acerto da Motorola no ano (o outro acerto na minha opinião é o Moto Cubo, posicionado para outro público). Eu já tinha ficado com uma excelente impressão do Dext, mas com o Milestone a Motorola se superou. Agora resta baixar o SDK do Android, arregaçar as mangas e começar a desenvolver.

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