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	<title>Carlos Sena</title>
	<link>http://blog.carlossena.com</link>
	<description>Tecnologia, cozinha e cultura</description>
	<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 04:10:58 +0000</pubDate>
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		<title>Facebook Vanity URLs</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 04:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sena</dc:creator>
		
		<category>Tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Sábado, 13 de Junho, exatamente 01:00 da manhã, o Facebook começou seu programa de atribuição de &#8220;vanity URLs&#8221; ou URLs fáceis. Acabo de pegar a minha: http://www.facebook.com/csena. É, eu sei, preciso gastar mais tempo mantendo minha página decentemente. Shame on me&#8230; 8-(
Duas coisas difíceis de entender:

Como o Facebook demorou tanto pra ter um recurso tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado, 13 de Junho, exatamente 01:00 da manhã, o Facebook começou seu programa de atribuição de &#8220;vanity URLs&#8221; ou URLs fáceis. Acabo de pegar a minha: <a href="http://www.facebook.com/csena">http://www.facebook.com/csena</a>. É, eu sei, preciso gastar mais tempo mantendo minha página decentemente. Shame on me&#8230; 8-(</p>
<p>Duas coisas difíceis de entender:</p>
<ul>
<li>Como o Facebook demorou tanto pra ter um recurso tão óbvio?</li>
<li>Já que demorou tanto, porque não aproveitaram a oportunidade para criar uma fonte de monetização?</li>
</ul>
<p>Corra, e <a href="http://www.facebook.com/username/">pegue já a sua URL</a>! </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>CLIIC 2.0</title>
		<link>http://blog.carlossena.com/2009/06/01/cliic-20/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 18:41:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sena</dc:creator>
		
		<category>Tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Começa hoje o CLIIC 2.0, &#8220;Congresso Laboratório de Inovação e Inteligência Coletiva&#8221;. O CLIIC se propõe a &#8220;responder&#8221; às demandas da crise atual em uma série de encontros, debates, streams e &#8220;projetos&#8221;. O intento é apontar soluçoes e disparar ações efetivas baseadas em mídia. 
Começamos em 1 e 2 de Junho de 2009, no TUCA, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começa hoje o CLIIC 2.0, &#8220;Congresso Laboratório de Inovação e Inteligência Coletiva&#8221;. O CLIIC se propõe a &#8220;responder&#8221; às demandas da crise atual em uma série de encontros, debates, streams e &#8220;projetos&#8221;. O intento é apontar soluçoes e disparar ações efetivas baseadas em mídia. </p>
<p>Começamos em 1 e 2 de Junho de 2009, no <a href="http://maps.google.com/maps?f=q&#038;source=s_q&#038;hl=en&#038;geocode=&#038;q=tuca&#038;sll=-23.537048,-46.671081&#038;sspn=0.004692,0.009613&#038;ie=UTF8&#038;radius=0.3&#038;rq=1&#038;ll=-23.536488,-46.671081&#038;spn=0.004692,0.009613&#038;z=17&#038;iwloc=A">TUCA</a>, na PUC-SP.</p>
<p>Vou tentar mandar imagens ao vivo pelo Kyte:<br />
<object width="416" height="436">
<param name="movie" value="http://www.kyte.tv/f/ch/105829&#038;tbid=k_2&#038;p=s">
<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
<param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="true" style="display:block;margin:0" width="416" height="436" src="http://www.kyte.tv/f/ch/105829&#038;tbid=k_2&#038;p=s"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Eficiência das Ferramentas de Conhecimento Estruturado e a Educação Deficiente</title>
		<link>http://blog.carlossena.com/2009/05/30/108/</link>
		<comments>http://blog.carlossena.com/2009/05/30/108/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 May 2009 16:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sena</dc:creator>
		
		<category>Tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Semana movimentada, hein? Teve anúncio da Microsoft (Bing), anúncio do Google (Wave), start-ups interessantes (Siri), pouco tempo depois do lançamento do Wolfram&#124;Alpha. O assunto de agregação de redes sociais e ferramentas de comunicação (Google Wave) também me interessam, mas deixo os comentários sobre o Wave para o próximo post. Agora vou refletir um pouco sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana movimentada, hein? Teve anúncio da Microsoft (<a href="http://www.decisionengine.com/Default.html">Bing</a>), anúncio do Google (<a href="http://wave.google.com/">Wave</a>), start-ups interessantes (<a href="http://www.siri.com/">Siri</a>), pouco tempo depois do lançamento do <a href="http://www.wolframalpha.com/">Wolfram|Alpha</a>. O assunto de agregação de redes sociais e ferramentas de comunicação (Google Wave) também me interessam, mas deixo os comentários sobre o Wave para o próximo post. Agora vou refletir um pouco sobre as outras três ferramentas, que tem de comum algo de conhecimento estruturado, ou computacional.</p>
<p><a href="http://www.wolframalpha.com/"><img src="http://www.carlossena.com/img/wolfram.png" border="0" width="450" alt="Wolfram|Alpha" /></a><br />
O Wolfram|Alpha foi lançado no dia 15, com grande alarde e expectativas. Apesar de ter gente comparando-o ao Google ou ao Wikipedia, ele é um animal de outra espécie, e tem semelhanças tanto com o Bing como com o Siri. O objetivo declarado do Wolfram|Alpha é criar modelos matemáticos sobre uma grande variedade de fontes de dados para modelar o conhecimento em áreas específicas. Por exemplo, você pode fornecer questões objetivas, tais como o nome de um país ou de uma pessoa famosa para obter informações como a população e o PIB, ou a data e local de nascimento. Se você é um pesquisador ou estudante de ciências exatas vai se deliciar com ele. Você pode fornecer qualquer equação para receber a plotagem gráfica, sua integral e derivada, fórmulas alternativas, etc. Uma observação: todas as consultas devem ser feitas em Inglês, e em alguns momentos você precisa usar determinados símbolos matemáticos. Para consultas bastante objetivas é muito prático, por exemplo, &#8220;internet users brazil,usa&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.decisionengine.com/Default.html"><img src="http://www.carlossena.com/img/bing.jpg" border="0" width="75%" alt="Microsoft Bing" /></a><br />
A primeira polêmica do Bing foi por causa do seu nome (<a href="http://www.techcrunch.com/2009/05/28/the-bing-definition-microsoft-probably-doesnt-want-you-to-get-in-your-fortune-cookie/">Bìng pode ser traduzido como doença em mandarim</a>). <a href="http://www.youtube.com/watch?v=QGD5FeJvFRQ">Até o Sergey Brin, do Google, se divertiu com o nome</a>. Depois do Microsoft Live, que lido ao contrário é &#8220;Evil&#8221;, parece até de propósito. Quem sabe o nome anterior, &#8220;Kumo&#8221;, daria menos dor de cabeça&#8230;</p>
<p>Em primeiro lugar, o Bing ainda não está disponível. O Bing tem um objetivo semelhante ao Wolfram|Alpha, mas sem explicitar tanto os modelos matemáticos por trás da ferramenta (pudera: Stephen Wolfram, o criador do Wolfram|Alpha é um matemático famoso e fez fortuna graças ao seu software <a href="http://www.wolfram.com/products/mathematica/index.html">Mathematica</a>). O mantra do Bing é &#8220;o mundo não precisa de um novo buscador, precisa de um solucionador de problemas&#8221;, o que já deixa claro seu posicionamento. O Bing vai se especializar em algumas áreas de conhecimento do uso cotidiano, ao contrário do Wolfram, como compras, saúde, restaurantes e viagens. Você poderá fazer perguntas (em Inglês) do tipo &#8220;câmeras digitais&#8221; e ele vai trazer comparativos de preços e funcionalidades, análises de especialistas, especificações, etc. Outros exemplos de consultas são &#8220;qual é o próximo vôo para Chicago&#8221; ou &#8220;qual é o melhor restaurante chinês&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.siri.com"><img src="http://www.carlossena.com/img/siri.jpg" width="50%" border="0" hspace="10" align="left" alt="Siri" /></a>O <a href="http://www.siri.com">Siri</a> por sua vez se posiciona como um assistente virtual. Ele é um aplicativo para o iPhone com capacidades de reconhecimento de voz, que aceita perguntas do tipo &#8220;preciso de um taxi&#8221; ou &#8220;bom restaurante italiano perto de casa&#8221;. Neste sentido a sua finalidade guarda alguma semelhança com o Bing, mas em um contexto diferente, pois o usuário pode estar em movimento, tem uma interface limitada para digitação e a sua localização geográfica é importante. </p>
<p>A primeira limitação aparentemente seria o fato das três ferramentas estarem limitadas a certos domínios do conhecimento, como bases de dados estatísticas, tabelas de horários de vôo e listas de endereços. No entanto, esta limitação de certa forma é uma força, pois permite um alto grau de especialização. </p>
<p>A segunda limitação é a completa ausência de referências sobre a disponibilização das ferramentas em outros idiomas. Se não há referências ao francês, alemão e espanhol, quem dirá à nossa bela e inculta língua. Imagino que não seja apenas uma questão de &#8220;americanocentrismo&#8221; ou &#8220;anglocentrismo&#8221;, mas que o reconhecimento das questões e fórmulas em diferentes línguas deve ser um belo desafio.</p>
<p>No entanto, não são estas duas limitações que me chamaram a atenção, e agora concluo o raciocínio embutido no título deste post. Basta observar as pessoas à sua volta usando o Google (ou analisar o referrer nos logs do seu website) e você vai concluir que a maioria dos usuários brasileiros usa uma ou duas palavras na busca. A conclusão: nós não sabemos perguntar. A eficiência destas ferramentas depende da capacidade de raciocínio objetivo para elaborar boas questões para obter boas respostas. Saber elaborar boas questões já é importante para pesquisar no Google, tanto mais importante será nesta nova classe de ferramentas. </p>
<p>Obviamente as pessoas que chegaram até este ponto neste post tem capacidade crítica e domínio do idioma (até do Inglês) suficientes para obter bons resultados destas ferramentas. O meu ponto é que, ainda que o idioma não fosse uma barreira, como os usuários de internet de um país que ficou em 49º lugar entre 57 países no teste de leitura do <a href="http://www.contee.org.br/noticias/educacao/nedu146.asp">Pisa (Programa de Avaliação Internacional de Estudantes)</a> podem usufruir de tal avanço tecnológico? Penso que devemos avançar em duas frentes:</p>
<ul>
<li>Investimentos em Educação! Para que o Brasil realmente possa despontar como um grande criador de tecnologia e fazer um bom uso delas, em lugar de apenas despontar como campeão nos rankings de horas de uso na internet gastas em redes sociais e ferramentas de comunicação, é fundamental aumentar as capacidades de leitura, raciocínio lógico, crítica e cultura geral.</li>
<li>Enquanto isso, como nós, criadores de tecnologia, podemos criar mecanismos de inclusão digital para os iletrados? Ferramentas como Siri (obviamente em dispositivos mais baratos do que um iPhone) podem estender os serviços públicos para populações carentes? Como usar estas mesmas ferramentas para colaborar com o item anterior?</li>
</ul>
<p>Estas questões são pra pensar. Um bom local para este tipo de discussão é o <a href="http://cliic20.ning.com/">Cliic 2.0</a>. Nos vemos lá!<br />
<strong>Atualização:</strong><br />
O <a href="http://www.bing.com">Bing</a> foi pro ar hoje. Ao contrário das minhas expectativas, existe sim uma versão em Português, mas recomendo fortemente que você mude o seu local para &#8220;United States (English)&#8221; para não se frustrar. A versão em Português tem a mesma interface, no entanto se resume a uma versão bonitinha do antigo Live Search (traduzindo, um Google bem piorado), encontrando apenas referências de notícias.
</p>
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		<title>Saudosismo</title>
		<link>http://blog.carlossena.com/2009/04/19/saudosismo/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 01:44:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sena</dc:creator>
		
		<category>Tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Não sei que sentimento se abate quando se juntam várias pessoas da mesma geração que logo começa o &#8220;lembra-de-tal-música-ou-tal-coisa&#8221;. Na última sexta-feira juntamos uma rodinha de pessoas na faixa dos 30 anos para almoçar e - inevitável - logo estávamos falando das &#8220;velharias&#8221; da nossa época:

Mimeógrafo - quando as máquinas de xerox eram raras ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei que sentimento se abate quando se juntam várias pessoas da mesma geração que logo começa o &#8220;lembra-de-tal-música-ou-tal-coisa&#8221;. Na última sexta-feira juntamos uma rodinha de pessoas na faixa dos 30 anos para almoçar e - inevitável - logo estávamos falando das &#8220;velharias&#8221; da nossa época:</p>
<ul>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mimeógrafo">Mimeógrafo </a>- quando as máquinas de xerox eram raras ou caras, e não existia nem ideia de computador pessoal, as provas da escola eram feitas nesse tipo de duplicador baseado em papel estêncil (com tinta) e álcool. Logo um gaiato lembrou que o melhor era o &#8220;cheirinho&#8221; da prova</li>
<li><a href="http://www.palmland.com.br/palmtops/casio/casioe11.asp?id=136">Cassiopeia</a> - alguém se lembra desse dinossauro dos palmtops?</li>
<li><a href="http://www.datacassete.com.br/revistas/ms/1.html">Revista MicroSistemas</a> - quem já era geek nos anos 80 tinha um micro Sinclair Z80 ou os equivalentes nacionais, o TK-82, TK-85, etc. E quem tinha um micro desses obrigatoriamente era leitor assíduo da revista MicroSistemas. Pra quem não viveu naquela época é difícil de acreditar: a revista trazia listagens de programas e jogos em Assembly (!) ou Basic. Nós gastávamos a tarde inteira de Domingo digitando os programas pra jogar um pouquinho, e como não existia dispositivo de gravação ao final do dia o trabalho todo era perdido. Até que inventaram o uso dos gravadores cassette para gravar programas&#8230; Quem ficou com saudades, visite o site <a href="http://www.datacassete.com.br/">Data Cassette</a> e veja as outras revistas</li>
<li><a href="http://www.idnames.com.br/empresa/press_mai_01_2005.aspx">Programa Clip Informática da Rádio USP</a> - por volta de 1986, a Rádio USP transmitia este programa nas tardes de sábado. A estranha &#8220;música&#8221; transmitida era nada mais nada menos do que o chiado de um modem que podia ser captado pelo rádio e gravado em fita cassette, e depois reproduzido no computador. Esse é o bisavô do download&#8230;</li>
<li>Linguagens pouco conhecidas, obscuras ou esquecidas - quem já programou em LISP para calculadoras HP? E computação gráfica em Prolog? Mini-programas de uma linha em awk? E quem já participou de um desafio de poesia em Perl (<a href="http://www.foo.be/docs/tpj/issues/vol5_1/tpj0501-0012.html">Perl Poetry</a>)? Fora as clássicas Fortran e Cobol. A lista é longa&#8230;</li>
<p></Ul></p>
<p>O que mais te traz boas leambranças, meu amigo geek?</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cinema 3D e a nova geração de espectadores</title>
		<link>http://blog.carlossena.com/2009/02/25/cinema-3d-e-a-nova-geracao-de-espectadores/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 13:24:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sena</dc:creator>
		
		<category>Tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Depois do último post fiquei pensando nos últimos filmes que assisti com minhas filhas: a maioria em 3D! É claro que sendo eu interessado na tecnologia também dou um incentivo a mais. Aqui vai minha lista 3D recente:

Coraline
Bolt
Os Mosconautas
Viagem ao Centro da Terra

Alguém duvida que duas pré-adolescentes queiram ver o próximo lançamento, &#8220;Jonas Brothers - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do último post fiquei pensando nos últimos filmes que assisti com minhas filhas: a maioria em 3D! É claro que sendo eu interessado na tecnologia também dou um incentivo a mais. Aqui vai minha lista 3D recente:</p>
<ul>
<li>Coraline</li>
<li>Bolt</li>
<li>Os Mosconautas</li>
<li>Viagem ao Centro da Terra</li>
</ul>
<p>Alguém duvida que duas pré-adolescentes queiram ver o próximo lançamento, &#8220;Jonas Brothers - The 3D Concert Experience&#8221;? E quem com filhos nesta idade vai deixar de ver Monster vs. Aliens (não é terror, é uma animação mais pra Monstros S.A.), Up, A Era do Gelo 3 ou o próximo Harry Potter?</p>
<p>Consulte uma <a href="http://www.3dmovielist.com/list.html">lista dos próximos lançamentos</a> de animações e filmes infantis, e você perceberá que praticamente todos os filmes que nossos filhos verão em breve terão uma versão 3D, ou serão exclusivamente 3D. Qual será a expectativa destes espectadores ao assistir um filme em casa? Será que a TV e o videogame tradicionais perderão a graça? Ou é só uma forma de entretenimento a mais, para esta geração já tão cheia de distrações?
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Começa a Campus Party 2009</title>
		<link>http://blog.carlossena.com/2009/01/19/comeca-a-campus-party-2009/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 20:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sena</dc:creator>
		
		<category>Tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Estou aqui na Campus Party 2009. Aqui vai o canal de vídeo ao-vivo. Espero ter tempo de escrever mais, depois!


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou aqui na Campus Party 2009. Aqui vai o canal de vídeo ao-vivo. Espero ter tempo de escrever mais, depois!<br />
<embed type="application/x-shockwave-flash" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="true" style="display:block;margin:0" width="416" height="437" src="http://www.kyte.tv/flash.swf?v=2&#038;uri=channels/199797&#038;tbid=k_1" flashVars="uri=channels/199797&#038;tbid=k_1&#038;p=s"></embed>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Novo filme em 3D: Bolt</title>
		<link>http://blog.carlossena.com/2009/01/05/novo-filme-em-3d-bolt/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 01:48:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sena</dc:creator>
		
		<category>Tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Já está em cartaz desde o começo do ano a nova animação da Disney, Bolt. Segundo a estratégia anunciada tanto pela Disney como pela Dreamworks, esta animação tem versões tanto em 2D como em 3D.
Primeiro, alguns comentários sobre o filme. Um desavisado poderia imaginar que o filme é dos estúdios rivais Dreamworks ou Pixar, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Bolt" href="http://disney.go.com/disneypictures/bolt/"><img style="margin: 10px 10px 0pt 0pt; float: left;" alt="Bolt 3D" title="Bolt 3D" src="http://www.carlossena.com/img/cartaz_bolt.jpg" border="0" /></a>Já está em cartaz desde o começo do ano a nova animação da Disney, <a href="http://disney.go.com/disneypictures/bolt/">Bolt</a>. Segundo a estratégia anunciada tanto pela Disney como pela Dreamworks, esta animação tem versões tanto em 2D como em 3D.</p>
<p>Primeiro, alguns comentários sobre o filme. Um desavisado poderia imaginar que o filme é dos estúdios rivais Dreamworks ou Pixar, e não uma produção da Disney. Os diálogos são rápidos, sem &#8220;musiquinhas&#8221; e as tiradas são bastante &#8220;espertas&#8221; para levar mesmo os adultos às gargalhadas. A qualidade da animação 3D é excelente. E o roteiro&#8230; bem, você não espera um grande roteiro de uma animação, só 1h30 de boa diversão.</p>
<p>Agora falemos sobre a tecnologia 3D. O que mais me agradou foi o uso engenhoso e parcimonioso do 3D. Passados os primeiros minutos você já se envolve na história e se esquece de que o filme está em 3D. Ou seja, o 3D não está ali fazendo tudo saltar da tela, dando sustos e querendo justificar os reais a mais que você pagou pelo ingresso (vide <a href="http://blog.carlossena.com/2008/07/27/uma-nova-geracao-de-entretenimento/">Viagem ao Centro da Terra</a>, onde o 3D é usado de forma ostensiva). Muito pelo contrário, a sensação gerada pelo 3D é de um realismo envolvente e imersivo, sem abusos.</p>
<p>Com a quantidade de lançamentos em cinema, em breve vai haver uma pressão cada vez maior para que estes conteúdos possam ser vistos em casa. Simplificando muito, existem basicamente três tecnologias para levar este tipo de conteúdo para o lar:</p>
<ul>
<li><b>Óculos anaglíficos (azul/vermelho)</b> - como o do DVD da Hannah Montana. A experiência 3D é precária, é uma &#8220;gambiarra&#8221; que não se aproxima do conteúdo do cinema;</li>
<li><b>Óculos polarizados</b> - são semelhantes aos do cinema 3D de hoje em dia, cada lente é polarizada em 45 graus ou circularmente em direções opostas. Devem ser usados dois projetores, ou o monitor ou a TV devem ter camadas adicionais;</li>
<li><b>Óculos ativos (shutter)</b> - cada lente é um LCD, que escurecem um olho de cada vez. Como a freqüência é muito alta, você não vê as piscadelas e cada olho recebe uma imagem diferente. No entanto, o cérebro pode se cansar deste efeito estroboscópico, causando desconforto e dor-de-cabeça. Alguns fabricantes de TV estão adotando o padrão da Texas Instruments, o DLP, que vai nesta linha;</li>
<li><b>Óculos 3D</b> - parecem aqueles óculos de realidade virtual, com imagens sendo projetadas nas lentes dos óculos. Apesar de parecer interessante, esta tecnologia tem vários problemas: o custo dos óculos, dor-de-cabeça, peso. Alguns fabricantes como a NVidia estão insistindo neste caminho, <a href="http://fullres.blogspot.com/2009/01/nvidia-picks-wrong-3d-glasses.html">aparentemente na direção contrária ao resto da indústria</a>;</li>
<li><b>Monitores autoestereoscópicos</b> - alguns fabricantes, com destaque para a Philips, apostam em monitores que dispensam o uso de óculos.</li>
</ul>
<p>Existe uma grande força da indústria na direção dos óculos polarizados, pois a conversão do cinema para os formatos domésticos (isto é, Blueray) seria trivial ou mesmo desnecessária. No entanto este formato não parece ser o melhor para a transmissão em broadcast ou unicast, como na TV a cabo, satélite ou IPTV, pois em princípio demanda o dobro de largura de banda. Os monitores autoestereoscópicos tem a vantagem de economizar bastante em largura de banda, além da vantagem óbvia de dispensarem os óculos. No meu caso particular, que já uso óculos para miopia, o uso de óculos adicionais é um incômodo.</p>
<p>Nesta quinta-feira começa a <a href="http://www.cesweb.org/">CES 2009</a> (Consumer Electronics Show) e praticamente todos os fabricantes da área de video anunciarão novidades na área de vídeo 3D. O que será que vem por aí?
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Novas formas de ver TV</title>
		<link>http://blog.carlossena.com/2009/01/04/novas-formas-de-ver-tv/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 01:56:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sena</dc:creator>
		
		<category>Tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Antes de mais nada, um Feliz Ano Novo a todos!
Queria compartilhar uma experiência não planejada de observação do &#8220;usuário&#8221; que tive neste Natal. Como todos anos, passei este Natal com a minha família, na casa da minha irmã. Também como já se tornou hábito, levamos o Wii na bagagem. O Wii em si já nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais nada, um Feliz Ano Novo a todos!</p>
<p>Queria compartilhar uma experiência não planejada de observação do &#8220;usuário&#8221; que tive neste Natal. Como todos anos, passei este Natal com a minha família, na casa da minha irmã. Também como já se tornou hábito, levamos o Wii na bagagem. O Wii em si já nem é mais novidade e fez o sucesso habitual entre as crianças, os &#8220;moços&#8221; e mesmo com os da &#8220;melhor idade&#8221;, sempre tinha alguém jogando. Este realmente é &#8220;o&#8221; videogame pra jogar em família. Mas a parte interessante veio depois&#8230;</p>
<p>Lá pelas tantas, meu sobrinho me pergunta se dá pra passar na TV um vídeo dele no Youtube. Configurei no Wii a rede WiFi da casa da minha irmã e ensinei meu sobrinho a navegar com o Internet Channel. </p>
<blockquote><p>Dica: o Wii vem sem nenhum browser. O Internet Channel é o nome que a Nintendo dá para o Opera Mini 9 para o Wii. Para adicioná-lo, vá ao canal Wii Shop e procure por Internet Channel, que custa 500 Wii Points. Vale a pena!</p></blockquote>
<p>Em poucos minutos juntou um monte de gente em volta da TV, primeiro para ver os vídeos do meu sobrinho. Depois de algum tempo todo mundo tinha sugestões de vídeos legais que haviam visto e passamos um bom tempo vendo &#8220;TV&#8221;. Se o vídeo era chato, todo mundo se manifestava e já pulávamos para o próximo. Se o vídeo era legal, bastava ver as recomendações de vídeos relacionados ou fazer uma busca para encontrar mais do mesmo tipo. Nada diferente do que já fazemos na experiência solitária do computador, mas agora na sala de estar.</p>
<blockquote><p>Uma experiência relacionada é o <a href="http://www.engadget.com/2008/03/04/nintendo-launches-tv-guide-channel-in-japan-enables-wiimote-to/">guia de TV para Wii</a>, disponível apenas no Japão. Poder ver a programação no Wii ou mesmo usar o Wiimote para mudar os canais não me parece nenhuma ruptura de paradigma. Na minha opinião a grande novidade deste guia de TV é poder compartilhar com os seus amigos o programa que você está vendo, comentá-lo, trocar outros conteúdos.</p></blockquote>
<p>Cada vez mais assistimos &#8220;TV&#8221; no computador, seja no Youtube, no Terra TV e similares, seja nas séries de TV que baixamos da Internet (quem não baixa uma seriezinha que atire a primeira pedra!). Novos dispositivos como os consoles de videogame, os media servers e mesmo as novas TVs que vem por aí, vão permitir o acesso à Internet. A nossa experiência de TV tende a ser cada vez mais fragmentada, interativa e social (você quer compartilhar e comentar as suas experiências com os seus amigos). </p>
<p>É evidente que este comportamento é predominante em uma camada pequena da população, de usuários mais sofisticados. Mas não tenho dúvidas que a &#8220;TV&#8221; das novas gerações é fundamentalmente diferente do eletrodoméstico dos tempos do Silvio Santos. Grande desafio, projetar aplicações que possam ser interessantes para este novo público, tão interativo. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tecnologias para 2009</title>
		<link>http://blog.carlossena.com/2008/12/30/tecnologias-para-2009/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 00:16:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sena</dc:creator>
		
		<category>Tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Nessa época do ano todo mundo faz previsões e listas. Um dia desses eu vi uma lista das 10 tecnologias que vão micar em 2009&#8230;
Não tenho pretensão de esfregar minha bola de cristal e fazer uma lista de tendências. Estas são as tecnologias que eu vou vigiar de perto em 2009, principalmente porque estarei envolvido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa época do ano todo mundo faz previsões e listas. Um dia desses eu vi uma <a href="http://www.mundibrasil.org/news/tecnologia-veja-o-que-nao-vai-acontecer-em-2009.html">lista das 10 tecnologias que vão micar em 2009</a>&#8230;</p>
<p>Não tenho pretensão de esfregar minha bola de cristal e fazer uma lista de tendências. Estas são as tecnologias que eu vou vigiar de perto em 2009, principalmente porque estarei envolvido nelas de alguma forma:</p>
<ul>
<li><b>TV em 3D</b> - para viabilizar esta tecnologia são necessárias três partes:
<ul>
<li><b>Conteúdos</b> - Existe uma grande onda de <a href="http://www.3dmovielist.com/list.html">filmes 3D sendo produzidos para o cinema</a>. A lógica aqui é o preço maior do ingresso por causa da novidade. Mas o que fazer com os filmes depois que eles saem da janela de programação do cinema? A viabilidade comercial vem com a exploração completa da cadeia cinema-locação-compra-broadcast</li>
<li><b>Dispositivo</b> - Já existem <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/3D_display">aparelhos de TV 3D de vários fabricantes</a>. Atualmente todos estes aparelhos estão dedicados ao mercado de digital signage, aqueles displays de publicidade indoor que vemos nos shoppings (se você quiser ver um deles funcionando, confira a vitrine da loja do São Paulo/Reebok no <a href="http://www.shoppingpaulista.com.br/default.asp?actA=4#lojaSegmentoID=1&#038;atividadeID=0&#038;lojaID=296&#038;pesquisaIT=1&#038;pagIT=0&#038;termoVC=&#038;lojaVC=">Shopping Pátio Paulista</a>). Quando os preços começarem a cair e as duas outras partes faltantes estiverem resolvidas, haverá um grande mercado doméstico para a venda de TVs</li>
<li><b>Acesso</b> - Já existem experiências de <a href="http://www.submarino.com.br/produto/6/21388907/hannah+montana+e+miley+cyrus+show:+o+melhor+dos+dois+mundos+3d-+duplo">DVDs com anaglifos</a> (aquelas imagens desfocadas que são vistas com os óculos anaglíficos, azuis ou verdes e vermelhos), apesar da qualidade ainda ser ruim. No entanto, a venda de DVDs é apenas um dos elos da cadeia da indústria cinematográfica. Um dia os filmes tem que chegar à locação ou ao pay-per-view, e depois ao lineup. Para isso precisamos resolver o problema de codificar e levar estas imagens para a casa das pessoas. É aqui que eu entro!</li>
</ul>
<li><b>TV widgets</b> - Internet na TV, de novo?!? você deve estar se perguntando. Você deve estar se lembrando de alguns monstrengos que foram criados, como a TV com teclado e mouse, e que chegou a ser vendida (sem sucesso, é claro) no Brasil. Oras, sofá não é lugar de teclado e mouse! A nova tentativa de convergir a Internet com a TV são os TV widgets. Os widgets se parecem com os gadgets de PC ou os aplicativos do iPhone: tem uma funcionalidade simples, limitada, focada e muito bem feita. Ou seja, não se trata de abrir um browser na TV, mas de oferecer pequenas e úteis aplicações para que ele desfrute</li>
<li><b>IPTV</b> - Finalmente, o IPTV vem aí. Mas que vantagem pode esperar o usuário? Quais são as aplicações que vão sacar o máximo proveito da convergência da TV com a tecnologia IP? Ou vamos ficar limitados apenas ao video-on-demand (que já é um fantástico benefício, que fique claro)?</li>
<li><b>Plataformas abertas para celular</b> - o <a href="http://code.google.com/android/">Android</a> é só o começo, vem aí o <a href="http://www.limofoundation.org/">LiMo</a> e muito mais. Não se trata apenas de mais um toolkit para desenvolver aplicativos para celular, pois aquele dispositivo deixa de ser apenas um celular, ele se torna um hardware multifunção. Você vai poder escrever toda a interface do seu aplicativo, e ele pode ser algo totalmente novo. Você não gosta da interface que o seu fabricante criou? Você precisa desenvolver uma aplicação que precisa rodar em um computador pequeno, móvel e conectado o tempo todo? As possibilidades são grandes.</li>
</ul>
<p>Certamente 2009 é um ano de grandes promessas. O nosso papel é torná-las cada vez mais próximas da realidade!<br />
<b><br />
Um Feliz 2009 para todos!</b>
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Game Cultura</title>
		<link>http://blog.carlossena.com/2008/12/28/game-cultura/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 23:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sena</dc:creator>
		
		<category>Tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[
Um bom aquecimento para a Campus Party 2009 é o 3° Game Cultura, que acontece no SESC Pompéia até Fevereiro. São muitas atividades legais:

Exposição Jogos Plásticos, de Guto Lacaz - na Oficina de Criatividade. São ilustrações em serigrafia e montagens inusitadas com objetos simples, como rádios de pilha e cabides. Na entrada da oficina, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gamecultura.org/"><img src="http://www.carlossena.com/img/gamecultura.gif" alt="Game Cultura 2008" align="left" hspace="10" valign="top"/></a><br />
Um bom aquecimento para a <a href="http://www.campusparty.com.br">Campus Party 2009</a> é o 3° Game Cultura, que acontece no SESC Pompéia até Fevereiro. São muitas atividades legais:</p>
<ul>
<li><b>Exposição Jogos Plásticos, de Guto Lacaz</b> - na Oficina de Criatividade. São ilustrações em serigrafia e montagens inusitadas com objetos simples, como rádios de pilha e cabides. Na entrada da oficina, um professor estava demonstando a técnica da serigrafia. Aproveite para dar uma volta pela oficina, você pode dar sorte de encontrar alguém fazendo cerâmica, xilogravura, tapeçaria, etc.;</li>
<li><b>Exposição de computadores e games antigos</b> - essa é de derreter o coração de qualquer velho geek como eu&#8230; Você vai poder reencontrar velhos amores, como o Mac original de 1984, o Osbourne com CP/M, o PC XT, o TK85, assim como games como o Atari 2600, o SuperNES, o Odissey&#8230; Senti falta do Telejogo da Philips, do TK82C (o primeiro computador com que tive contato, por volta de 1982) e do Apple II (o micro da minha adolescência e do meu primeiro trabalho);</li>
<li><b>Oficinas</b> - tem de tudo: criação de jogos, design em 3D, sonorização, criação de robôs&#8230; Estou com vontade de me inscrever em alguma, no começo do ano;</li>
<li><b>Demonstrações de Jogos Abertos</b> - jogos criados em engines Open Source ficam em demonstração em cabines bem equipadas. A grande maioria dos games ainda não está 100% redonda como um produto, mas dá uma idéia do imenso trabalho que é criar um jogo;</li>
<li><b>Palestras e outras atividades</b>.</li>
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