Happy Flocking!

Apesar do meu post de ontem sobre o Firefox 3.0, o meu browser favorito do momento é o Flock. A grande sacada do Flock é facilitar a vida de quem (como eu e todo mundo) tem contas em vários serviços de redes sociais, blogs, microblogs, etc.

Repare que nos meus últimos posts tem um pequeno link para o Flock no pé do post (você pode omitir este link, mas eu preferi mantê-lo, senão não teria assunto pra este post!). Bastou clicar no ícone da pena que ele abre um editor de textos para o post. Quando eu fiz o paste de uma imagem no editor, ele automaticamente a redimensionou e subiu no Flickr, deixando um link. Prático, não?

Gostaria de saber como você está lidando com a pletora de redes sociais e contas que você deve manter. Você se loga em cada conta individualmente (e eventualmente abandona algumas delas ao longo do tempo), usa algo como o Flock, usa um agregador de redes? Mande o seu post ou me mande um email!


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Firefox 3.0 - 100,877 and counting!

Já estou navegando no Firefox 3.0 final. No momento do meu download, o Brasil ainda estava no laranja (entre 50 mil e 100 mil downloads) e agora passou para o vermelho (mais de 100 mil downloads). Com mais de 100.000 downloads até o momento, na ordem: EUA, Alemanha, Espanha, Reino Unido, Canadá e Brasil! Até o momento são 2,446,427 downloads. Baixe o seu também!


Downloads do Firefox 3.0 às 22:15 de 17/06/08

Como eu ainda não tinha testado o beta, ainda não tive tempo de ver todas as novidades. Primeira impressão: estável, rápido, interface limpa. Adorei o recurso de adicionar tags aos favoritos. É o meu personal Del.icio.us!

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Fotos Panorâmicas

Sabe quando você vê aquela imagem impactante, de encher os olhos, mas ela simplesmente transborda os limites da sua simples câmera fotográfica? Que tal montar uma foto panorâmica?

Plaça de Catalunya

Montei esta foto a partir de 27 fotos diferentes, tiradas da Plaça de Catalunya, em Barcelona. Para montar as suas fotos panorâmicas, você vai precisar do software Autostitch. Algumas dicas:

  • Tire muitas fotos!
  • Tente tirar todas as fotos a partir da mesma posição, no mesmo horário
  • Não se esqueça de fotografar também o céu
  • Monte os seus stitches em baixa resolução, veja o resultado e depois mande processar em alta resolução. Demora horrores!

Aproveite pra ver mais algumas fotos minhas de Madri e Barcelona.

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Moqueca de Pintado e Arroz de Camarão

Ganhei umas pimentas-de-cheiro-do-norte, fresquinhas. A pimenta-de-cheiro que vemos aqui em São Paulo é também conhecida como pimenta de bode, é bem menor, mas certamente da mesma família. A característica destas pimentas é o aroma, e não tanto a ardência. As pimentas vem em várias cores, do verde ao vermelho. Elas não são o prato principal, mas aquele ingrediente que deixa um sabor marcante de fundo. No norte elas são usadas para temperar moquecas ou são cozidas no arroz.

Moqueca de Pintado e Arroz de Camarão

Comece fazendo um bom caldo de camarão. Separe uma parte dos camarões para decorar a moqueca. Se você comprou camarões com casca, reserve as cabeças, cascas e rabos. Cozinhe as cabeças com cebola, alho, coentro, sal e pimenta-do-reino; coe bem. Se você comprou camarões limpos, refoque uma pequena parte nos mesmos temperos e cozinhe até extrair o caldo; neste caso você aproveita os sólidos. Reserve o caldo.

Tempere as postas de pintado com sal e pimenta-do-reino. O pintado rende uma moqueca mais firme e saborosa do que o cação. Corte em rodelas: uma cebola, um pimentão verde e um vermelho, duas ou três pimentas de cheiro. Esmague dois dentes de alho. Coloque um pouco de azeite de dendê no fundo de uma panela de barro ou de uma panela larga. Se quiser uma moqueca do norte, substitua o dendê por óleo comum. Forre a panela com os vegetais e disponha as postas de peixe. Tampe e cozinhe em fogo médio.

Refoque cebola, alho e duas pimentas-de-cheiro picados grosseiramente. Refoque dois copos de arroz. Deite meia garrafa de leite de coco e vá adicionando caldo de camarão à medida que cozinha, como em um risoto. Em uma panela à parte refogue os camarões restantes com pimentões verdes e vermelhos, cebola, alho e mais duas pimentas-de-cheiro picados grosseiramente; acrescente o restante do leite de coco, duas conhas de caldo de camarão e uma colher de sopa de farinha de trigo. Ao final do cozimento do arroz agregue a mistura de camarões, misture bem e cozinhe por dois minutos.

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Parque das Bicicletas

Ao lado do Parque do Ibirapuera, no cruzamento da Av. Indianópolis com a Av. Ibirapuera, fica o Parque das Bicicletas. O parque dispõe de um percurso de 1,1 Km bem conservado e limpo. Você nem precisa se preocupar em levar a sua bike, pois você pode alugar uma ali mesmo, na entrada da Al. Iraé. Pra quem vai pedalar com a criançada é uma opção bem melhor do que o Parque do Ibirapuera.

Você ainda pode admirar as esculturas de João Monteiro, que parecem estar em movimento, em uma animada partida de futebol.

Ginga Canonizada, João Monteiro

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Sopa-creme de Abóbora com Carne Seca

Enquanto a abóbora e a carne cozinhavam no fogão, as sementes no forno, sentei-me ao sofá e comecei a zapear a TV e parei no GNT para assistir ao Jamie Oliver. E o que ele preparava? Pato com abóboras e sementes ao forno! Vamos à minha sopa…

Sopa-creme de Abóbora com Carne Seca

Usei cerca de 1 Kg de abóbora brasileira para 4 pessoas. Retire a parte fibrosa do miolo da abóbora e reserve. Descasque, corte a abóbora em pedaços grandes e cozinhe em água abundante. Cozinhe a carne-seca já dessalgada em outra panela, até ficar no ponto de desfiar.

Remova as sementes da parte fibrosa da abóbora. Lave e escorra as sementes. Leve ao forno em uma assadeira anti-aderente, sem óleo e nem sal, durante o preparo da sopa ou até secar bem.

Quando a abóbora estiver macia, desligue o fogo e escorra. Reserve a água. Amasse a abóbora cozida ou passe em um mixer, e volte para a panela com algumas conchas da água do cozimento, e mais uma conha de leite. Acrescente uma colher de margarina, tempere com sal e pimenta branca, e deixe cozinhar por mais uns 15 minutos. Enquanto isso, desfie a carne-seca. Junte a carne desfiada à sopa e acerte o tempero. Ao final do cozimento raspe um pouco de noz moscada e acrescente algumas gotas de molho inglês. Desligue.

Opcional: coloque a sopa em tigelinhas próprias para gratinar. Cubra com queijo (usei minas padrão) e salpique as sementes. Leve ao forno por 5 minutos. Sirva com pão italiano e o restante das sementes.

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Festa Nacional do Índio

Em comemoração ao Dia do Índio, visitamos hoje a VIII Festa Nacional do Índio, em Bertioga-SP. A festa vai até o dia 20/04 na enseada de Bertioga, próximo ao forte. Participe, a experiência vale muito a pena!

Existem duas grandes tendas. Na primeira acontece uma exposição das várias etnias que participam da festa, vindas de todas as partes do Brasil e algumas de outros países. O espaço dedicado a cada etnia é pequeno e um pouco mais de informação seria bastante útil. No geral, é fantástico poder ver tantos povos diferentes convivendo no mesmo espaço.

Na segunda tenda foi armada uma arena com arquibancada, onde se pode presenciar jogos, danças e rituais de cada etnia. Assistimos apresentações dos índios Paresi Haliti (futebol de cabeça), Bororo, Yawalapiti, Xavante, Ashaninka, Kuikuro (flautas gigantes), Shanenawa e Quéchua (Peru).

AshaninkaFiquei bastante impressionado com os Ashaninka. Eu desconhecia totalmente esta etnia do Acre, que se considera aparentada dos Incas. Tudo parece confirmar essa teoria: eles são mais altos do que as demais etnias, usam mantas de corpo inteiro, tem feições parecidas com a dos andinos, usam instrumentos como a flauta de pã e o tamborete. Apesar de parecerem muito sérios, fizeram uma tremenda festa, chamando as outras etnias e toda a arquibancada a descer e dançar. O resultado você confere na foto abaixo, onde você pode ver brancos, negros, japoneses, ashaninkas, xavantes, shanenawas…
Final da dança dos Ashaninka

Além da presença hegemônica das sandálias Havaianas nos pés de todos, capturei algumas cenas curiosas. Você pode ver todas as fotos no Flickr. Não foram poucos que presenciei usando celulares, máquinas digitais ou contando dinheiro. A tecnologia pode destruir os laços que ainda mantém estes povos, mas também pode servir para divulgar e preservar a sua cultura.

Karajá
Alguém notou o brasão do Corinthians no bracelete deste índio Karajá?

Guerreiro Shanenawa filmando
Guerreiro Shanenawa filmando a disputa de cabo-de-guerra feminino com as Bororo

Que saudades de casa...
Que saudades de casa…

Tapaxó
Pra mim? (Tapaxó)

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Lasanha de Polenta

Hoje está frio, um bom dia para uma lasanha com vinho.

Lasanha de Polenta

Primeiro, faça um ragu. Cozinhe uma peça de lagarto em tomates cortados em pedaços grandes até que a carne desmanche. Se estiver com pressa (como eu), corte o lagarto em cubos grandes, refogue em cebola e cozinhe com tomates, água e sal em panela de pressão por cerca de 40 minutos. Desfie o lagarto e volte ao molho. Acrescente mais tomates (ou purê de tomates) e deixe cozinhar por mais meia-hora em panela normal. Acerte o tempero.

Umedeça 300 g. de fubá com cerca de 1 copo de água fria, para não empelotar. Leve ao fogo com um fio de azeite e sal, e vá acrescentando colheradas do caldo da carne a gosto. Reserve. Rale grosso um queijo minas padrão pequeno e reserve.

Espalhe uma camada de polenta no fundo de uma assadeira e leve ao forno médio para secar um pouco (10 min). Faça camadas de ragu, queijo e polenta até completar, terminando com queijo. Leve ao forno por 10 minutos. Se tiver um grill, deixe gratinar o queijo por cerca de 5 minutos. Sirva com rúcula.

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Mercados Centrais

Eu acredito que uma boa forma de conhecer uma cidade é pelo seu Mercado Central. Lá você encontra os produtos da terra, os artesanatos mais originais, a comida típida, a diversidade de fisionomias e costumes.

Recentemente estive no Mercado Central de Fortaleza, que eu já conhecia. Já não me lembrava muito, mas fiquei decepcionado com a pouca variedade. O primeiro piso basicamente tem boxes que vendem as rústicas delícias cearenses: castanhas, rapaduras, doces de caju e outros doces secos. Rodei quase todos os boxes e não encontrei um doce que conheço na minha família como “tijolinho” e que também se chama canjirão. É um doce quadrado em formato de rapadura, mas de consistência macia, feito de farinha de castanha de caju, mel de caju e farinha de mandioca. É uma delícia! Infelizmente o doce estraga muito rápido, portanto você só consegue comprá-lo fresco na região dos meus pais, em Aracati. O segundo piso do mercado só tem rendas, bordados e semelhantes, e o terceiro só tem lembranças. Nada de coisas frescas e comidas da terra.
Mercado de Fortaleza

Hoje estive em Porto Alegre, e revisitei com alegria o Mercado Público. Ele continua elegante, limpo e bem sortido. Este mercado lembra em muito os mercados de São Paulo, com bons açougues e com destaque para a qualidade dos pescados frescos. Outra semelhança é a revitalização do ambiente com a criação de praças de alimentação. Não deixe de tomar um sorvete com nata na Banca 40 (à direita na foto).
Mercado Público de Porto Alegre

Almocei no Gambrinus, restaurante de 108 anos, onde você pode saborear um delicioso pescado, com destaque para a Tainha das sextas-feiras. Uma curiosidade do Gambrinus é a cadeira do Lupicínio Rodrigues, assíduo freqüentador e famoso compositor de sambas-canção, marchinhas de carnaval e o hino do Grêmio. Lembra as homenagens de outras terras, como as mesas reservadas de Jorge Luís Borges no Café Tortoni e de Julio Cortázar na confitería London City, ambas em Buenos Aires.
Gambrinus, Mercado Público de Porto Alegre

Se você vive em São Paulo, você já deve conhecer o Mercado Municipal da Cantareira. Se ainda não conhece, não perca. Quem como eu vive na zona Sul, conheça também o Mercado Municipal de Santo Amaro, bem menor do que o outro, mas também perfeito para encontrar aquele ingrediente difícil ou uma carne de qualidade.

Por falar em viver em São Paulo, veja o bem sacado post de Flávio Mendes sobre morar x viver. Concordo plenamente com ele, e declaro que eu Vivo em São Paulo e, sim, é muito bom!

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Virei Mangá!

Virei Mangá!O SESC Paulista está com uma super-programação sobre diferentes aspectos da cultura japonesa. O projeto se chama Tokyogaqui, que pode ser “a imagem de Tóqui aqui” ou “cópia barata de Tóquio”.

No quinto andar você vai ver os ícones da cultura pop de várias épocas, a começar pelos vídeos originais do Godzilla, que o recepcionam logo na saída do elevador. Um palco de karaokê de J-pop é frequentado por animadores competentíssimos e os visitantes que encararam subir no palco não desafinaram. Vitrines com centenas de bonecos e miniaturas, algumas infantis outras nem tanto, dividem o espaço com video-games de última geração e revistas em quadrinhos. Você também pode virar mangá aos sábados, como eu, com os desenhistas da equipe do Fábio Shin

Miniaturas no Tokyogaqui

No nono andar, uma comovente exposição em homenagem aos 101 anos de Kazuo Ohno, bailarino de butô ainda vivo. A ambientação escura favorece a introspecção. Vídeos de Kazuo Ohno quando ainda atuava e os bailarinos de butô ao-vivo, movendo-se/dançando em meio aos visitantes, dão uma idéia do que é esta moderna arte de dança japonesa.

Quando estão tristes ou contentes, vocês não conseguem enxergar nada. Fecham os olhos e não vêem mais nada. Mas não é possível dançar de olhos fechados. Os olhos devem estão bem abertos e dança-se sem olhar. Kazuo Ohno

A Comedoria, na cobertura, foi transformada em um barzinho japonês, com direito a karaokê e decoração típica. Não deixe de visitar a cobertura, nem que seja para ter uma vista privilegiada da Av. Paulista.
Vista da Av. Paulista a partir do Sesc Paulista, n° 114

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