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	<title>Carlos Sena &#187; afro</title>
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	<description>Tecnologia, cozinha e cultura</description>
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		<title>Acarajé e Vatapá</title>
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		<comments>http://blog.carlossena.com/2008/01/15/acaraje-e-vatapa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 22:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[afro]]></category>
		<category><![CDATA[baiana]]></category>
		<category><![CDATA[culinaria]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Depois de mais um longo jejum de posts no blog, nada melhor do que voltar com as minhas aventuras gastronômicas!
Na semana passada ganhamos vários produtos típicos do Pará. Entre as delícias um quilo de camarões secos, iguaria razoavelmente difícil de se encontrar por aqui. No sábado decidi preparar Vatapá Paraense e Acarajé.
Pra começar, o camarão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>Depois de mais um longo jejum de posts no blog, nada melhor do que voltar com as minhas aventuras gastronômicas!</p>
<p>Na semana passada ganhamos vários produtos típicos do Pará. Entre as delícias um quilo de camarões secos, iguaria razoavelmente difícil de se encontrar por aqui. No sábado decidi preparar Vatapá Paraense e Acarajé.</p>
<p>Pra começar, o camarão seco precisa ser dessalgado de véspera: deixe na geladeira em água abundante por pelo menos 12 horas, trocando a água pelo menos três vezes nesse período. Aproveite para também deixar o feijão fradinho (meio quilo) de molho de um dia para o outro (fora da geladeira!).</p>
<p>Depois de dessalgado o camarão, remova as cabeças, cascas e rabos. Reserve o camarão. Lave bem as cabeças e rabos, descarte as cascas. Esfregue o feijão com as mãos até sair todas as cascas. Se você tiver paciência &#8211; muita &#8211; remova os olhinhos do feijão fradinho. Só tive paciência de tirar metade&#8230;</p>
<p>Refogue no azeite de dendê: alho, cebola, pimentão verde, tomate e cheiro verde (salsinha e cebolinha). Refogue o camarão. Este é o vatapá paraense; no vatapá baiano vai gengibre e castanha de caju no lugar do tomate e cheiro verde. </p>
<p>Bata as cabeças e rabos do camarão no liqüidificador com um pouco de água. Coe e leve ao fogo com mais 1 litro de água (para meio quilo de camarão) e cerca de 2 xícaras de farinha de trigo. Mexa sempre para dissolver bem o trigo e para não empelotar. (No vatapá baiano vai pão amanhecido no lugar do trigo).</p>
<p>Adicione o camarão refogado ao caldo, complete com mais dendê e adicione menos de meia garrafa de leite de coco. Acerte o sal. O vatapá está pronto.</p>
<p>Bata 1 cebola, 3 dentes de alho e um pouco de sal no liqüidificador. Bata o feijão fradinho no processador até virar uma massa uniforme. Se você tirou os olhinhos do feijão a massa vai ficar bem branqüinha, caso contrário vai ficar salpicada de pontinhos pretos. Misture a cebola, alho e sal, e bata mais um pouco para misturar. Forme bolinhos com a ajuda de duas colheres de sopa e frite em uma mistura de azeite de dendê e óleo de soja.</p>
<p>Sirva com uma &#8220;salada&#8221; (isto é, cebola e tomate picados) e molho de pimenta.</p>
<p>No próximo post retorno aos assuntos tecnológicos!<br />
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		<title>Museu Afro-Brasil: Benin está vivo ainda lá</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 01:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[afro]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[saopaulo]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Pra comemorar apropriadamente o dia da consciência negra, uma excelente dica é o Museu Afro-Brasil. Fazia algum tempo que eu estava curioso em visitá-lo, e o empurrão que faltava foi a exposição temporária sobre o Benin. O Museu Afro-Brasil fica no Parque do Ibirapuera, no portão 10, pertinho do lago e do Planetário. Dica: não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>Pra comemorar apropriadamente o dia da consciência negra, uma excelente dica é o <a href="http://www.museuafrobrasil.com.br/index_01.asp">Museu Afro-Brasil</a>. Fazia algum tempo que eu estava curioso em visitá-lo, e o empurrão que faltava foi a exposição temporária sobre o Benin. O Museu Afro-Brasil fica no Parque do Ibirapuera, no portão 10, pertinho do lago e do Planetário. <em>Dica: não deixe seu carro com os flanelinhas! Estacione na Assembléia Legislativa e atravesse a rua.</em> </p>
<p>Fiquei surpreso com a dimensão e o acervo do museu, ademais a qualidade das exposições temporárias. Como o nosso objetivo primeiro era a exposição sobre o Benin, vamos retornar em breve para conhecer melhor o acervo fixo. </p>
<p>O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Benim">Benin</a> é hoje um pequenino país africano, mas foi um dia o reino de Daomé (ou também Costa dos Escravos). É impressionante como não conhecemos praticamente nada deste país, dada a sua importância para a nossa cultura: a maioria dos escravos que veio para o Brasil partiu de lá; comidas como o Acarajé, o Inhame e o Azeite-de-Dendê são do Benin; o Candomblé é derivado do Vodu, religião do país. Para quem for para Salvador, uma dica: não deixe de visitar a <a href="http://www.cultura.gov.br/noticias/na_midia/index.php?p=17099&#038;more=1&#038;c=1&#038;pb=1">Casa do Benin</a>, no Pelourinho. É um misto de museu e restaurante, ambos de excelente qualidade.</p>
<p>Os pontos altos da exposição do Benin, na nossa opinião, foram: </p>
<ul>
<li>As emocionantes fotos em preto-e-branco de Pierre Verger. Veja milhares de fotos do artista no site da <a href="http://www.pierreverger.org/br/index.htm">Fundação Pierre Verger</a>, entre elas as <a href="http://www.pierreverger.org/en/photos/photos_themetree.php?op=close&#038;no=392">fotos de Dahomey</a> (Daomé, hoje Benin)</li>
<li>Os desenhos originais de <a href="http://www.facom.ufba.br/com024/carybe/principa.html">Carybé</a>, em suas duas visitas ao Benin</li>
<li>As gigantescas <a href="http://museuafrobrasil.com.br/pop94_acervo_africa10.asp">máscaras Gélédé</a> (se não fossem as fotos, não daria pra imaginar alguém usando aquilo na cabeça!)</li>
<li>A instalação de <a href="http://www.aston.afrikart.net/tablo.htm">Aston</a>. Vista do alto, a obra gigante mostra os navios negreiros repletos de escravos partindo da África. Ao olhar a obra de perto nos damos conta de que as centenas de personagens, navios, cavalos e tudo o mais são feitos de sucatas variadas, e percebemos a segunda intenção do artista: hoje somos escravos do consumismo.</li>
</ul>
<p>Não deixe de visitar esta maravilhosa exposição, até 24/02/2008.<!-- PHP 5.x --></p>
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