É Dia Internacional do Rock! Escolhi algumas músicas pra comemorar:
“No one loves me and neither do I”, Them Crooked Vultures – primeiro disco de uma banda que só tem fera: Josh Humme (vocal e guitarras, do Queens of the Stone Age), Dave Grohl (bateria, do Foo Fighters e Nirvana) e John Paul Jones (baixo, do Led Zeppelin). Rock bom das antigas, feito em 2010!
“Heavy Cross”, The Gossip – punk rock atual, muita energia
“Cherub Rock”, Smashing Pumpkins – primeira música do melhor disco deles, o Siamese Dreams. Uma das bandas mais influentes dos anos 90
“Pain Lies On the Riverside”, Live – a primeira música do primeiro disco, um clássico
“Black Hole Sun”, Soundgarden – um dos melhores discos do começo dos anos 90
“Smells Like Teen Spirit”, Nirvana – continuando no grunge, não dava pra ficar sem esse
“Mr. Brightside”, The Killers – também adoro Indie Rock’n'roll
“Assassin”, Muse – banda queridinha da crítica, gosto muito dessa faixa
“Obstacle 1″, Interpol – uma das primeiras que joguei no Guitar Hero
“This is a Call”, Foo Fighters – a primeira música do primeiro disco. Uma das minhas bandas preferidas
Essa não é minha lista “definitiva”, nem as 10 mais, nem nada do tipo. It’s only rock’n'roll, it’s all I need… Long live Rock’n'roll!
Daqui a pouco começa o show ao vivo do Foo Fighters pelo Facebook. Não me animei pra ver o show do U2 pelo YouTube, mas este eu não posso perder! Vai ser hoje, 30/10 à meia-noite.
Neste momento estou testando a conexão do meu Revo, ficou show de bola (estou postando nele). Uma dica: se você quiser ver em tela cheia vá direto ao site da LiveStream, pois o player do Facebook está com o botão de maximizar desativado. Não foi falha do Facebook: se você maximizar o player você não poderia interagir com os outros usuários.
A difusão de músicas pela internet até ajuda a aumentar a popularidade das grandes bandas e aumentar a procura pelos seus shows. No entanto, a transmissão ao vivo e gratuita de shows pela internet vai totalmente na contramão. Mais estranho ainda é que a transmissão visa divulgar o novo álbum do Foo Fighters. Os fãs (eu incluído) vão acabar comprando o disco, mas vai ser curioso acompanhar a vendagem pra entender se a estratégia deu certo. A conferir.
Na sua série Batique, a OSUSP – Orquestra Sinfônica da USP, vem experimentando a aproximação com a música popular. O convidado dos dias 11 e 12 de Maio foi o Duofel, que está completando 30 anos em 2008. Em Setembro a OSUSP se apresentará no Auditório Ibirapuera, pela mesma série, com Nelson Ayres, e em Outubro com a escola de dança Pulsarte. O Auditório Ibirapuera já vale a visita; a foto deste post ilustra a escultura de Tomie Ohtake no hall principal.
Eu nunca havia assistido uma apresentação ao vivo de violão e orquestra, apesar do Duofel ter tocado anteriormente com a Jazz Sinfônica (por sinal, a Jazz Sinfônica toca nos dias 25 e 26 de Abril no Auditório). O resultado é fantástico, com adaptações bem arranjadas para orquestra e sem perder o sabor popular. Nas primeiras duas músicas a percussão sobressaiu demasiado para o meu gosto, sobrepondo os solos de violão, além do toque demasiado “latino” com gosto de salsa. A partir daí a harmonia foi maior, com interpretações inspiradas. A inspiração latina continua, com um gostinho de Paco de Lucía ou o violão romântico de Andrés Segovia, como em Do Outro Lado do Oceano. O duo tira sons inusitados dos violões com arcos de rabeca e frouxolão. O auge foi a explosão de energia no encerramento, fazendo a orquestra a beirar a atonalidade.
Quem quiser conhecer um pouco do Duofel, recomendo o disco com Badal Roy, percussionista indiano. Falando em violão, não deixe de conhecer mais de Andrés Segovia, um dos maiores (se não o maior) violonista de todos os tempos e o maior intérprete de Bach no instrumento.
Fomos ao show do Blue Man Group no Credicard Hall, em São Paulo. É difícil rotular o espetáculo apenas como um show de rock ou música eletrônica. É uma bem dosada mistura de música, efeitos visuais, jogos de luz, videoclipes, interação com a platéia e humor. Dá pra ter uma pequena idéia no vídeo abaixo.
Com certeza é o show de música mais divertido que eu já vi. As crianças adoraram os instrumentos diferentões, que parecem ter saído de um show do Hermeto Paschoal.